Estou presa ao imaginário lamento, corro atrás de algo que acabe com o sofrimento do meu coração, já não sei quem sou agora as palavras que escrevo são só recordações evacuas que estão desprezadas dentro da gaveta, a gaveta que nunca consegui abrir tudo acabou de desabar em cima de mim trovoadas, tsunamis e furacões são as únicas coisas que revolucionam o meu ser e como eu esteve subterrada por tudo isto, agora peço que o tecto não me caia já pois eu ainda quero acordar uma vez na vida e puder te recordar, não te esqueças de mim porque tu e eu estejamos sempre unidos pela mesma dor, agora agarra a minha mão e não a largues fecha os olhos e salta ao mesmo tempo comigo, pois o lado de fora espera nos ele guarda o infinito para nós, não tenhas medo pois ele é o único que nos pode ajudar a recuperar o tempo perdido é agora é o fim já podemos adormecer, e pensar que estamos noutro lugar, o lugar que nunca vamos poder desperdiçar onde nunca vamos poder acordar.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Palavras banais
Estou presa ao imaginário lamento, corro atrás de algo que acabe com o sofrimento do meu coração, já não sei quem sou agora as palavras que escrevo são só recordações evacuas que estão desprezadas dentro da gaveta, a gaveta que nunca consegui abrir tudo acabou de desabar em cima de mim trovoadas, tsunamis e furacões são as únicas coisas que revolucionam o meu ser e como eu esteve subterrada por tudo isto, agora peço que o tecto não me caia já pois eu ainda quero acordar uma vez na vida e puder te recordar, não te esqueças de mim porque tu e eu estejamos sempre unidos pela mesma dor, agora agarra a minha mão e não a largues fecha os olhos e salta ao mesmo tempo comigo, pois o lado de fora espera nos ele guarda o infinito para nós, não tenhas medo pois ele é o único que nos pode ajudar a recuperar o tempo perdido é agora é o fim já podemos adormecer, e pensar que estamos noutro lugar, o lugar que nunca vamos poder desperdiçar onde nunca vamos poder acordar.
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