quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

perdida pela desconfinça

Porquê que as pessoas nos magoam, porquê que desconfiam de nós quando somos verdadeiros.
Talvés essas pessoas nao entendem o quanto e que as amamos, talvés seria mais fácil para elas viverem
numa mentira.
A dor não se vê mas queima, quando somos feridos e quando nao acreditam na nossa
inocência, é mais mais complicado acreditar que essa pessoa nos ama, tudo fica mais incredivel e insuportavel
de viver.
A madrugada chama por mim mas eu não estou lá porque a minha alma se foi, o amanhacer não voltará
então deixa me dormir, dormir para não sentir o quanto me magoste com a tua incerteza, com a tua ida.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Palavras de Outono

O sol se pôs e nada de ti.
Tudo acabou, para nós já nada existe.O teu olhar se foi, no meio do oceano, relembro-me da tua face, da tua expressão mas nada te trás de volta.
Agora sei que já não vais voltar, foste com o vento e com a lembrança dos bons velhos tempos bem passados ao luar.
O teu coração falava de ti, falava do que tu sentias, mas nem isso ficaram comigo.
Os dias passaram e sento-me á janela a ver se tu vens, mas o que eu só vejo é o reflexo de um adeus.
É Outono e as folhas lá fora não param de cair, é sinal que tu foste uma miragem.
Revejo-te em todo o lado e penso como tu estivesses ali ao meu lado, sentados no banco do jardim a falarmos do nosso dia-a-dia, mas isso não será possível, pois tu foste e eu já nem me lembro da data em que te conheci.

domingo, 9 de outubro de 2011

Alma desfeita

Meu fim está próximo já não tenho nada a temer, pois so a lua me dirá como é que eu acabarei. A minha vida já não me pertence, pois ela foi deixada lá atrás com o passado, agora a morte se apróxima e eu aqui estou pronta para ir nos seus braços.
Tudo o que tenho comigo não passa de um máscara que eu vesti para tapar este cadáver horrivel que sou, tudo em mim se esmorenou, nada faz sentido, nem o amor, o amor e banal e solitário tal como eu.
Sinto a chuva a tocar nos meus olhos e falar aos meus ouvidos, eu arrisquei tudo por uma imortalidade que não será possivel de a ter, e agora aqui estou eu caída ao meus próprios pés, sozinha e esquecida sem nada mais só eu e a minha alma, e isso se a tiver ainda.
Sei que me vou em breve mas não tenho medo pois eu já me fui á muito, agora é somente meu corpo que se irá transformar em pó e com ele vai um amor, um amor que guardo com toda a paixão, assim me despeço de vós que me amais para todo o sempre.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O último olhar

A minha vida mudou, olhando-me ao espelho revejo outra pessoa, não sei se será a última vez que estarei a escrever pois a vida é uma icógnita, nunca se sabe o que se espera dela.
O amanhã poderá ser mudado tudo depende de respostas, pois terei que enfrentar isso mais uma vez.
Será talvés a minha última noite ao luar e ao amanhecer, pois se for quero morrer nos braços do imaginário, a dor instalou-se dentro de mim, meus medos, meus receios estão de volta, posso chorar, posso sorrir pois o dia será sempre igual a todos os outros que passaram por mim no meu passado adormentádo.
A morte é tão facil, pois é ali que tudo deixa de existir assim tal como eu que deixei de existir para mim mesma.
Pois só ele é que consegue que os meus medos desapareçam, se ele se for eu ficarei presa á escuridão, estarei presa ao meu passado, um passado que eu não quero que volte nunca mais.
Agora tudo acabou só me resta abraçar o dia como se fosse o ultimo, pois este é o dia que nunca mais voltarei a ver.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Nada sem nada

No amanhecer escuto a tua voz, no meu pensamento revejo a tua face, no meu coração sinto a tua alma.
Quando partiste deixas te uma parte de ti em mim, deixando-me ligada para todo o sempre. Naquela noite senti que seria a ultima vez que te iria ver, pois os teus olhos diziam-me que tu irias e não voltavas.
Meu pensamento está sempre em ti, pois tu serás sempre aquele amigo que me acompanhou nas noites de luar, e até mesmo nos dias em que o sol para mim não brilhava.
Quanto, quanto tempo vai demorar até meu coração voltar a bater, minha pulsação está fraca, estou a morrer, pois a tua partida me quebrou em mil pedaços, sei que poderia ter evitado mas não fui capaz.
Sinto que me fui contigo mas não sei  para onde, agora só as estrelas é que me podem encaminhar para casa, para o meu corpo frio e sem vida.
Vejo-me num beco sem saída porque tu não estás ao meu lado, mas sei que te tenho que trazer de volta, pois o dia não pode existir sem noite, e tu fazes parte dela.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Páginas desencontradas

Para quê que queremos asas para voar se não sabemos utiliza-las, para quê que queremos ser mortais se não sabemos aproveitar a vida.
Não há nada que possamos fazer contra a certo e o errado, tudo a partir de um determinado tempo começasse a ver que tudo tinha cor deixou de ter, e porquê, porque passamos a vida toda a virar as costas as opurtunidades que ela nos dava.
Há circunstâncias que não podemos desperdiçar porque elas serão e virão só uma vez, e uma vez as ganharemos então se temos que lutar pelo aquilo que gostamos temos que ir sem ter que olhar para trás, pois deveremo- nos arrepender daquilo que não fazemos e não daquilo que fazemos.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Num pensamento só

Preciso de ti, preciso de ti vivo ao meu lado, diz-me que não te vais, se te fores não sei o que será de mim.
Em meu lugar nada muda, perdi tudo não posso te perder também, fica comigo quero te aqui agora nesta noite. Embala-la nos teus braços dis-me que não morrerás pelo menos enquanto eu tiver junto de ti, assim poderemos ver o anoitecer até á nossa etenidade.
Agora que chegamos até aqui e já que tens meu coração não me abandones por favor, volta não te vás.
Agora e para sempre cantarei para ti.