segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Apenas solidão

Olho para as estrelas e procuro saber, os porquês ainda nao correspondidos em mim o tempo voa e nada do passado regressa, a chuva cai sobre os meus olhos assim a água se mistura com as minhas lágrimas frias escorrendo pelo meu rosto.
A tua partida ainda me quebra o coração em mil pedaços, não consigo me imaginar num tormento tão violento como este agora diante de mim, só me resta a minha alma intrestecida apagou-se o meu olhar numa noite e lua cheia, os uivos dos lobos selvagens acompanham a minha noite de solidao. Todos os dias ergo-me diante do teu túmulo derramando as lágrimas de um amor que nunca irá acabar. Assim  a nossa história prepétua marca a  lápide onde tu descansas num interno repouso.
Todos os dias  eu acordo do teu lado deixando lá uma rosa vermelha, a rosa que marcou a nossa vida, a minha vida.

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