quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Vale Sombrio

olho para trás e recordo-me da minha vida feliz, pois agora a pergunta que me faço é onde está a rapariga de antigamente?. Ela perdeu-se pelas florestas longínquas e solitárias.
Choro todos os dias, o sangue derramado vai escorrendo pela minha face abaixo.O sol queima a minha pele como uma tocha, tudo se esmorecer á minha volta os meus olhos, contêm a tristeza inacabada de uma vida sofrida.
Vivo num vale escuro sem luz nem amigos, aqueles que me conhecem, chamam-me de sombra da noite vagueio sem fim pelas, noites perdidas á espera de uma alma inocente.

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