A noite espreita, a escuridão segue os meu passos vazios.
Meu corpo está em negação, ruas estreitas apertam minha alma.
Um olhar abraça-me apertando me contra as paredes obscuras do meu quarto.
Meu pensamento voa para as trevas, meu coração segue com um batimento acelarado.
Onde foi todas as minhas recordações, será que foram com a ilusão de um adeus perdido.
Um beijo gelado toca me, fazendo me acordar num espaço amplo e sem vida.
Minhas mãos tremem de medo, de desespero pois tudo está escuro e só, meus medos
para a vida são irrelevantes, pois mais nada interesa.
Agora sigo para uma estrada sem fim.
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