Meu coração está divido pois não sabe o que fazer, pois está numa situação que só uma escolha valerá a pena.
Meu sangue poderá ser derramado mas não terei medo pois a morte para mim é bem simples e banal, sei que ninguem terá a minha coragem mas só eu o poderei salvar, e isso sei e tenho a certeza.
Olho para a fotografia do passado e revejo nela o meu presente, será que é azar ou sorte não sei o que pensar a esse respeito.
Tudo o que tinha se foi já não tenho mais nada só para além de mim, da minha alma cansada agora olho ao espelho e vejo uma pessoa acabada e só.
Esta é a única escolha que tenho em mãos, que será o salvar do tão inesperado pesadelo, minha vida sempre foi feita de coisas estranhas porque perdi tudo o que era, a criança dócil se foi, hoje sou a mulher que todos querem ver então para quê guardar mais se o meu fim é acabar já amanha.
Pois não me vou arrepender do que vou fazer, só me arrependaria se não o fizesse.
Não vou permitir que ele morra pois isso não é justo sei que pertençemos a mundos diferentes, mas é meu amigo, se tiver alguem que sofrer então que seja eu e só eu.
terça-feira, 26 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Amar sem luar
Minha alma desespera, chora pois fico inquieta sabendo que ele morrerá, até quando é que isto vai, até que ponto esta loucura vai. Meu peito estremeçe de dor, de sofrimento sinto que que o fim dele está próximo.
Só eu o posso salvar, meu sangue será o único que o salvará não o quero perder, meus pensamentos fecham-se na escuridão da dor.
Meus olhos derramam lágrimas todos os dias pois sei que o sol não brilhará mais, nunca mais se ele se for, o luar permanecerá para todo o sempre, minhas mãos trêmulas tocam no precipício da angústia que me mata por dentro.
Não quero, não posso o perder sinto que o tenho que o deter não posso o deixar ir assim.
Só eu o posso salvar, meu sangue será o único que o salvará não o quero perder, meus pensamentos fecham-se na escuridão da dor.
Meus olhos derramam lágrimas todos os dias pois sei que o sol não brilhará mais, nunca mais se ele se for, o luar permanecerá para todo o sempre, minhas mãos trêmulas tocam no precipício da angústia que me mata por dentro.
Não quero, não posso o perder sinto que o tenho que o deter não posso o deixar ir assim.
domingo, 24 de julho de 2011
È madrugada e a chuva bate na minha janela, fico a pensar como será que ele está, não iria aguentar se ele partisse pois tenho que fazer algo para que ele não se vá.
Meu coração inquieto não pára, sabendo que ele corre perigo, tenho que fazer alguma coisa antes que seja tarde demais.
A chuva continua a bater na janela, então me levanto da cama e dirijo me á janela, abro-a e a chuva começa a cair na minha face, olho para cima mas está demasiado escuro nem uma estrela se vê quando olho para cima vejo o reflexo dele e não sei o que fazer para que ele não se vá.
Sinto o frio na minha pele e ao meu ouvido a voz dele, a dizer que vai ficar tudo bem mas meu coração sabe que não, entao corro desesperadamente para a rua atras dele, mas nem um sinal de si pode ser tarde mas tenho que ser eu quem tem que ir e não ele, pois a minha vida já não importa e eu não posso o perder se tiver que partir então que seja eu e não ele.
A imensidão da noite envolve me de medo de ter o perdido pois o perigo corre pelas montanhas e antes de amanhacer, antes do amanhacer tem que ser eu quem deve estar lá estendida, morta e fria pois a vida é demasiado curta para deixar mos pessoas que amamos partir, já não tenho nada sem ser ele no meu coração triste e vazio.
Meu coração inquieto não pára, sabendo que ele corre perigo, tenho que fazer alguma coisa antes que seja tarde demais.
A chuva continua a bater na janela, então me levanto da cama e dirijo me á janela, abro-a e a chuva começa a cair na minha face, olho para cima mas está demasiado escuro nem uma estrela se vê quando olho para cima vejo o reflexo dele e não sei o que fazer para que ele não se vá.
Sinto o frio na minha pele e ao meu ouvido a voz dele, a dizer que vai ficar tudo bem mas meu coração sabe que não, entao corro desesperadamente para a rua atras dele, mas nem um sinal de si pode ser tarde mas tenho que ser eu quem tem que ir e não ele, pois a minha vida já não importa e eu não posso o perder se tiver que partir então que seja eu e não ele.
A imensidão da noite envolve me de medo de ter o perdido pois o perigo corre pelas montanhas e antes de amanhacer, antes do amanhacer tem que ser eu quem deve estar lá estendida, morta e fria pois a vida é demasiado curta para deixar mos pessoas que amamos partir, já não tenho nada sem ser ele no meu coração triste e vazio.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Afogo-me
Estou -me a afogar em ti, nas nossas recordações, mágoas, tristezas, dor são os sentimentos que sofocam lentamente o meu peito.
Afogo-me nas memórias vagas e sombrias, sem nada a temer enfrento o que me assusta por dentro, minhas lágrimas escorrem sem parar, sem sentir nada deixo-me levar pelos pensamentos ruins que matam a minha cabeça, o tempo já não existe agora sinto-me livre, livre para morrer pois tudo desapareceu à minha volta. Devo lutar contra estes sonhos que me tentam afogar enquanto durmo, mas ai a tua imagem reflecte-se em mim como um espalho, então ai eu perco o medo e decido me entregar nos teus braços, para que tu me puxes do imaginável.
Mesmo assim o meu fim está traçado, o meu fim está próximo afogando-me nas águas profundas e escuras, solto a tua mão para que tu me deixes ir, ir para o fundo do oceano. Assim Afogo-me sem uma única lágrima mais deitar.
Afogo-me nas memórias vagas e sombrias, sem nada a temer enfrento o que me assusta por dentro, minhas lágrimas escorrem sem parar, sem sentir nada deixo-me levar pelos pensamentos ruins que matam a minha cabeça, o tempo já não existe agora sinto-me livre, livre para morrer pois tudo desapareceu à minha volta. Devo lutar contra estes sonhos que me tentam afogar enquanto durmo, mas ai a tua imagem reflecte-se em mim como um espalho, então ai eu perco o medo e decido me entregar nos teus braços, para que tu me puxes do imaginável.
Mesmo assim o meu fim está traçado, o meu fim está próximo afogando-me nas águas profundas e escuras, solto a tua mão para que tu me deixes ir, ir para o fundo do oceano. Assim Afogo-me sem uma única lágrima mais deitar.
domingo, 15 de maio de 2011
Só
Não existe nada mais triste do que perder a alma ou dizer adeus a tudo o que temos, meu coração foi arrancado da forma mais drástica que pode haver, roubaram meu presente e o meu futuro, as estrelas já não brilham, e eu agora tenho que carregar com o peso do meu passado.
É tão simples morrer, mais nada importa mais nada magoa tudo o que resta são as cinzas de um adeus, agora a noite caiu para mim já não amanhece, sinto que caí da pior forma e já não tem mais jeito, porque na vida nada nem ninguém pode voltar a trás seja qual for a decisão.Tudo na vida tem um preço a pagar de uma consequência, todos os nossos actos são feitos porque não sabemos escolher o caminho certo por onde passar, magoamos as pessoas porque por vezes somos rudes e egoistas, é isso que nos torna fracos e imprudentes.
Agora sinto que minha alma estará para todo o sempre na escuridão, não terá volta fui esmagada pelo o preço dos meus antepassados, agora morri, morri sem nada a declarar estou morta e o que só tenho a minha volta é o vazio, o vazio das consequências de vidas perdidas.
É tão simples morrer, mais nada importa mais nada magoa tudo o que resta são as cinzas de um adeus, agora a noite caiu para mim já não amanhece, sinto que caí da pior forma e já não tem mais jeito, porque na vida nada nem ninguém pode voltar a trás seja qual for a decisão.Tudo na vida tem um preço a pagar de uma consequência, todos os nossos actos são feitos porque não sabemos escolher o caminho certo por onde passar, magoamos as pessoas porque por vezes somos rudes e egoistas, é isso que nos torna fracos e imprudentes.
Agora sinto que minha alma estará para todo o sempre na escuridão, não terá volta fui esmagada pelo o preço dos meus antepassados, agora morri, morri sem nada a declarar estou morta e o que só tenho a minha volta é o vazio, o vazio das consequências de vidas perdidas.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Nascida para morrer
Agora minha vida é uma incógnita, não sei o que espero do amanha. Ele transforma-se num conto de terror, meu sangue será derramado à luz da lua e com ele o luar será imortal, tudo o que menos queria era que inocentes morressem por minha causa.
Tudo se tornou numa perfeita confusão, já não tenho nada a perder é o fim.
A minha hora chegou, presas afiadas serão cravadas nas minhas veias e tudo acabará em breve. O sol passará a ser insignificante para mim, nasci para morrer, sem nada nem ninguém, serei uma página esquecida, alucinações se transformaram na minha mente em lapsos, e eu acabarei por adormecer nos braços que menos espero. A morte.
Tudo se tornou numa perfeita confusão, já não tenho nada a perder é o fim.
A minha hora chegou, presas afiadas serão cravadas nas minhas veias e tudo acabará em breve. O sol passará a ser insignificante para mim, nasci para morrer, sem nada nem ninguém, serei uma página esquecida, alucinações se transformaram na minha mente em lapsos, e eu acabarei por adormecer nos braços que menos espero. A morte.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Nada para além do vazio
Quem sou eu, sou a pessoa que está perdida e que bateu no fundo do abismo, todos os dias olho-me mas vejo que a pessoa que lá está não sou eu, é a pessoa que me tornei, tudo morreu em mim, pois estarei morta à anos fechada no meu túmulo sozinha.
Agora a escuridão invade o meu peito sinto que estou a cair e que continuo mas não paro, onde estou? não sei, não sei mais quem sou eu, talvez a pessoa mais vazia que existe, agora sei que que a minha alma vagueia pela noite vasta e sombria, não tenho nada, tenho repulsa de mim própria porque tudo o que vejo ao espelho é simplesmente um fantasma, um fantasma que se esconde por de trás de um corpo sem nada somente vazio.
Estou confusa e desesperada, tenho meu coração defeito em desilusão e mágoa, minha vida é uma história por contar ao qual será guardada num lugar que ninguém poderá lá ir. Sou a pessoa que as sombras procuram, nada me resta, só mesmo fechar os olhos e saltar para o infinito e continuar a cair, pois agora sei onde irei parar
Agora a escuridão invade o meu peito sinto que estou a cair e que continuo mas não paro, onde estou? não sei, não sei mais quem sou eu, talvez a pessoa mais vazia que existe, agora sei que que a minha alma vagueia pela noite vasta e sombria, não tenho nada, tenho repulsa de mim própria porque tudo o que vejo ao espelho é simplesmente um fantasma, um fantasma que se esconde por de trás de um corpo sem nada somente vazio.
Estou confusa e desesperada, tenho meu coração defeito em desilusão e mágoa, minha vida é uma história por contar ao qual será guardada num lugar que ninguém poderá lá ir. Sou a pessoa que as sombras procuram, nada me resta, só mesmo fechar os olhos e saltar para o infinito e continuar a cair, pois agora sei onde irei parar
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