sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Desespero Infernal

Navego pela noite, sentido o meu sangue a circular pelas minhas veias a adrenalina ferve no meu corpo, os meus olhos procuram o mal, a sede da morte de um inocente.
A minha cabeça roda a mil à hora sem saber o que fazer pois tudo está a andar muito depressa e estou confusa, apetece-me provar o sangue de alguém, o sabor, a textura é única e não posso desperdiçar. Sou uma assassina sem ter a consciência do que faço o que importa é que a minha dor passe e a única maneira de desligar isto e ter a sensação da morte nas minhas mãos é a única coisa que me faz sentir bem, agora não haverá nada que me vai parar nada tudo o que eu quero e destruir este sentimento de perda que me consome o meu corpo, o meu coração, a minha mente estou desesperada preciso de sair pela noite e esperar que a vida venha ter comigo para que eu possa beber cada gota do corpo indefesso.

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