segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Esquecida

A dor consome todo o meu ser, sempre vivi em função dos outros e esqueci de viver a minha vida. Estou sempre lá  para todos, mas eu fui esquecida e levada pelo o vento ninguém, se lembra da minha dor, a dor que está à anos presa dentro do meu coração, pois já não aguento mais esta vida prefiro fechar os meus olhos e partir, fazer-me à estrada da morte e pensar que o amanha já não existe pelo menos para mim, já sofri o bastante agora está na hora de olhar para dentro de mim.
Sou aquela que vive dentro de um álbum de recordações onde está cheia de pó e teias de aranha num lugar onde me guardam como esquecida, num lugar que ninguém voltará lá nem para abrir as cortinas. Já não sei o que é dormir ou acordar pois estou morta por dentro, já faz muito tempo agora o que caminha pelas ruas escuras é apenas o corpo morto e vazio, tudo para mim acabou à muito tempo já não tenho nada para viver agora só para morrer o vácuo que existe dentro de mim faz a pessoa que sou hoje, a pessoa que na verdade nunca existiu.

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