terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Horas amaldiçoadas

A noite cai e as estrelas já se esconderam por dentro das nuvens, agora o tempo parou ninguém sai à rua os anjos da noite andam por ai, o relógio marca uma da manha olho entre as cortinas o sangue derramado não pára, ele enche as ruas de gritos de dor tudo esmorece à minha volta. A chuva pára e o silencio instala-se pelas ruas e ruelas, agora nem um gemido se ouve  mas eles voltarão para vir buscar o amanhecer, eles são a maldição que se espalhou pela cidade a lua já espreita, começa-se a ouvir os gemidos dos lobos ao luar chamando pelos seus companheiros à espera de uma vitima, se restar alguma pois os filhos da noite apagaram a a cidade com uma só volta.
O relógio agora marca treze horas já é tarde saí à rua e o que resta da noite e o sangue derramando pelo chão pois agora, os filhos da noite são os donos do amanhecer e do anoitecer.

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